Lançado em agosto de 2017, o terceiro álbum de estúdio da Scalene, Magnetite, atestou a evolução da banda brasiliense entre batidas de stoner rock, dance-punk e post-hardcore. Tanto que Gustavo Bertoni (voz e guitarra), Tomás Bertoni (guitarra), Lucas Furtado (baixo) e Philipe Conde Nogueira (bateria) – vistos em foto de Breno Galtier – decidiram apresentar um desdobramento do disco.

    Na próxima sexta-feira, 20 de abril de 2018, o quarteto arremessa nas plataformas digitais pelo selo slap o EP +gnetite, com sete gravações inéditas e um título engenhoso que simboliza o fato de o disco ser uma extensão do álbum de 2017. Dessas sete faixas, três – Impulso, Tempo e Zamboni – apresentam músicas inéditas de autoria de integrantes da Scalene.

    Capa do EP '+gnetite', da banda Scalene (Foto: Arte de Bruno Luglio)
    Capa do EP ‘+gnetite’, da banda Scalene (Foto: Arte de Bruno Luglio)

    Outras três músicas – Cartão postal, Maré e Phi – são composições lançadas originalmente no álbum Magnetite e reapresentadas no EP +gnetite com o que a Scalene caracteriza como “novos olhares”. Música previamente lançada pela banda no DVD Ao vivo em Brasília (2016), Vultos completa o repertório do EP, ganhando pela primeira vez um registro de estúdio.

    Com capa assinada por Bruno Luglio, o EP +gnetite tem produção assinada por Diego Marx, sendo que a faixa Phi foi formatada com a colaboração do produtor Aloizio Michael. A gravação do disco foi feita nos estúdios Red Bull Studio (São Paulo – SP) e Yebba Daor (Brasília – DF).